Glossário

 

Espumas

Ball Rebound

Ball Rebound é um procedimento de testes (ASTM D3574), utilizado para medir a resiliência da superfície de uma determinada espuma de poliuretano. Este teste passa por deixar cair uma bola de aço (padrão), com uma massa conhecida de uma altura pré-determinada, numa amostra de espuma de poliuretano, para que depois se possa medir a energia devolvida da espuma em causa.

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British Test BS-5852

Estas normas foram desenvolvidas pelo British Standards Institute para avaliar o grau de combustibilidade de mobiliário, tecidos e enchimentos perante uma chama contínua ou ponta de cigarro aceso.

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Célula Aberta

 

Células abertas, são células que fazem parte da estrutura da espuma de poliuretano e que são rompidas, permitindo assim o fluxo de ar através do material.

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Célula Fechada

Células Fechadas, são células que podem fazer parte da estrutura de uma membrana intacta, reduzindo ou eliminando a passagem ou fluxo de ar.

 

 

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Compression-Set

 

O Compression-Set mede em percentagem a perda da altura inicial de uma amostra de uma espuma de poliuretano após compressão, devido à flexão ou colapso da estrutura celular no interior da espuma. É usualmente expressa sobre uma percentagem da altura original de uma amostra.

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Conforto

 

Conforto traduz-se na capacidade de uma estrutura (colchão / topper) se moldar ao corpo evitando a concentração dos pontos de pressão, aliviando e distribuindo a força exercida sobre os mesmos, proporcionando sensação de bem estar.

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Coxim

 

Um Coxim é um segmento de um bloco de espuma de poliuretano cortado / laminado, proveniente de uma produção em Bloco.

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Densidade

 

A densidade de uma espuma de poliuretano é a medição da massa por unidade de volume desta mesma espuma. As unidades utilizadas na medição das espumas de poliuretano, são normalmente Kg/m3, isto quer dizer, que quando falamos de uma espuma com uma densidade de 40 Kg/m3, significa que uma amostra com a massa de 40 Kg tem o volume de 1 m3.

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Durabilidade

 

A Durabilidade consiste na continuidade das características da espuma ao longo do seu tempo de vida e pode ser estimada através de um teste laboratorial de Fadiga Dinâmica.

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Dureza

 

A Dureza de uma Espuma de Poliuretano Flexível, mede a resistência que esta apresenta à penetração e contracção. Para a caracterização de dureza da espuma de poliuretano é normalmente utilizada uma escala em Kpa (KiloPascal) ou N (Newton), e esta é medida em diferentes testes conforme a norma a seguir. A Eurospuma utiliza uma escala de dureza, onde se inserem intervalos de dureza em Kpa, que vai da letra D (Espumas Super Macias) até à letra G (Espumas Muito Duras).

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Elongação

 

A Elongação quantifica em percentagem o aumento do comprimento de uma amostra de espuma em relação ao seu comprimento inicial, depois de esticada ao máximo antes de sem rasgar rasgar. (Teste pelo método ASTM D3574).

 

 

 

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Estrutura de Célula Aberta

A estrutura de uma espuma de poliuretano de célula aberta é permeável, na qual gases e líquidos podem passar através da espuma. As paredes e algumas células foram rompidas em diferentes graus.

 

 

 

 

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Fadiga Dinâmica

 

A Fadiga Dinâmica é testada por uma ensaio de durabilidade realizado em laboratório, utilizando mecanismo que está constantemente a exercer força sobre a espuma de poliuretano, podendo assim estimar a durabilidade de uma espuma. Mede em percentagem e após o teste a diferença de dureza antes e depois do teste.

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Gel

 

Um Gel é aparentemente um sólido, formado por um material gelatinoso, que apresenta o meio disperso no estado líquido e o meio dispersante no estado sólido.

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Porosidade / Air Flow

Porosidade é a medição da quantidade de ar que circula numa amostra de espuma de poliuretano.

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Resiliência

 

A resiliência de uma espuma de poliuretano, é a sua capacidade de retomar a dimensão e forma original mantendo as propriedades e após uma energia deformante ser removida.

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Slab Stock

Espuma de poliuretano flexível produzida pelo derramamento contínuo dos líquidos misturados sobre um transportador, criando um bloco contínuo de espuma.

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Fibras

Clusters

Clusters, também designados por Bolas, são pequenos aglomerados em fibras de poliéster formando uma esfera, obtidos por via mecânica em equipamentos específicos para o fabrico deste tipo de produto.

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Crimp

Crimp são ondas ou dobras por unidade de comprimento. É introduzido na fibra para dar coesão, volume e permitir a sua cardação. O Crimp pode ter várias formas: serra, ondulado ou helicoidal, conferindo diferentes propriedades ao produto final.

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Decitex (Dtex)

Dectiex ou Dtex, é a unidade que determina a proporção de fibras. É o peso em gramas de 1000m de fio ou filamento.

1Dtex = 0.1 tex

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Fibras Bicomponentes ou Termofusíveis

Permitem a ligação / coesão das fibras que compõem o enchimento, quando o seu processo de fabrico envolve calor. São fabricadas a partir de dois polímeros com diferentes propriedades físicas e químicas, às vezes, com diferentes pontos de fusão.

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Fibras Curtas

As Fibras Curtas têm um comprimento igual ou inferior a 32mm.

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Fibras Longas

As Fibras Longas têm um comprimento superior a 32mm.

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Fibras Ocas

São fibras, cuja secção transversal apresenta pelo menos um canal oco no interior do filamento da fibra.

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Fibras Siliconizadas

Relativamente ao seu acabamento superficial, as fibras podem ser siliconizadas, estas são, fibras virgens com revestimento de silicone, o que torna o enchimento deslizante.

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Secção

A secção é o interior ou perfil de um filamento de fibra. Os tecidos não tecidos podem ter a secção maciça ou oca. As fibras de secção oca podem ter um canal ou mais canais.

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Tecidos não Tecidos ou Fibras

Encontram-se definidos na Norma Protuguesa NP EN 29092 de 1993, na qual são descritos por:

"... uma folha manufacturada constituída por um véu ou manto de fibras orientadas direccionalmente ou dispostas ao acaso, ligadas por fricção, e/ou coesão, e/ou adesão, excluindo o papel e os obtidos por tecelagem, tricotagem, tufagem, costurados incorporando fios ou filamentos de ligação e ainda os produtos de feltro obtidos por prensagem a húmido quer sejam seguidamente agulhados ou não."

in NP EN 29092, 1993, p.5).

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Tecidos não Tecidos Volumosos

São estruturas formadas através de uma acumulação de véus resultantes da cardação de fibras.

A designação Volumosos tem a ver com uma deposição sem compactação que permite obter densidade baixa, distinguindo estes produtos de outros não tecidos, como por exemplo: entretelas ou produtos agulhados.

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